musica.com.pt
Um jornal de música portuguesa, do comunicado de imprensa ao telemóvel do leitor.

- Ano
- 2025
- Plataformas
- Website responsivo (WordPress), mostrado em telemóvel e em computador, e back office local (PHP)
- O que fizemos
- Design de produto, UX/UI e desenvolvimento
- Resultados
- Mais de 55 mil visitantes por mês e mais de 600 mil visualizações de página, menos de um ano depois do lançamento
O brief
O musica.com.pt é um jornal digital independente sobre música portuguesa e internacional, feito por músicos para músicos e para quem vive a música. O desafio era dar-lhe um site à altura: notícias todos os dias, mas também um arquivo de artistas, um mapa de salas e uma agenda que se consiga mesmo usar no telemóvel, a caminho do concerto.
O site junta num só sítio cinco coisas que costumam viver separadas: as notícias, por categorias (música portuguesa, música internacional, estreias, álbuns, concertos, festivais, entrevistas, teatro, artes e produção), os artistas, os locais, a agenda de concertos e festivais de todo o país e uma academia de guias práticos. E liga-as entre si: o artista leva aos artigos sobre ele, o local aos eventos que lá passaram.
A linha editorial é aberta e sem paywalls: o site vive de publicidade e do apoio dos leitores (daí o bloco de apoio e os espaços de publicidade que se veem nas páginas), e tem páginas dedicadas à transparência, como o estatuto editorial, a ficha técnica e uma política de uso de IA.
Por trás do site está a Redação, o back office privado onde os comunicados, as páginas e as notas viram rascunhos no WordPress, com uma IA que estrutura os campos mas nunca escreve o artigo (é a regra da política de uso de IA do jornal).
Para quem
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01
Leitores que acompanham a música portuguesa
Querem saber o que saiu, o que vem aí e o que as bandas têm a dizer, numa leitura que funcione no telemóvel.
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02
Quem procura programa para esta semana
Quer filtrar a agenda por cidade, tipo de evento e data, e chegar depressa à sala certa.
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03
Músicos, produtores e promotores
Procuram guias práticos, notícias de equipamento e software, e visibilidade para o seu trabalho.
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04
Quem edita o jornal
Recebe comunicados de várias fontes e precisa de os triar, de respeitar embargos, de tratar imagens e de preparar rascunhos sem perder o controlo editorial.
01 / 07
Homepage: o jornal em computador, claro e escuro
Em computador, a homepage abre com uma barra fina de data e redes sociais, o logótipo e a navegação por secções (música portuguesa, música internacional, concertos e festivais, produção e teatro), com pesquisa, newsletter, o botão do tema e o menu completo. A notícia principal ocupa a maior parte da largura, com uma fotografia grande, o título, o resumo, o autor, a data e o tempo de leitura, e ao lado ficam uma segunda história e um espaço de publicidade bem identificado.
A mesma página existe em tema claro e em tema escuro, e um botão no cabeçalho alterna entre os dois (por omissão o site segue a preferência do sistema). O escuro troca o fundo de papel por uma tinta quente, mantém as fotografias como estão e usa um vermelho mais claro para as etiquetas.


02 / 07
No telemóvel: o jornal numa coluna
No telemóvel o cabeçalho encolhe para o essencial: a data e as redes sociais numa barra fina, o logótipo e quatro botões (pesquisa, newsletter, tema e menu). A homepage lê-se numa só coluna, com a notícia principal em grande e, em cada artigo, a categoria, a fotografia, o título, o resumo, o autor, a data e o tempo de leitura.
Pelo meio há blocos com identidade própria. O concerto em destaque, por exemplo, ganha um cartão verde com a fotografia, a secção e a data, o título e uma ligação para ver todos os concertos.


03 / 07
Artigos: ler, apoiar e conhecer quem escreve
A página de artigo abre com o título em maiúsculas e segue com o texto num corpo grande, com os nomes importantes a negrito e as imagens (como a capa de um álbum) a toda a largura, para ler bem no telemóvel. Por cima do título ficam as migalhas de pão e a categoria, por baixo o autor, a data e o tempo de leitura, mais abaixo o texto ganha intertítulos e vídeos incorporados e, no fim, os artigos relacionados. Um botão adiciona o musica.com.pt como fonte preferencial no Google.
No fim do artigo, um bloco convida o leitor a apoiar o jornal, com três opções (um apoio mensal, um apoio pontual, ou só ler, que também vale muito), e logo a seguir vem a caixa de quem escreveu, com a fotografia, o cargo, uma pequena biografia e uma ligação para todos os artigos dessa pessoa.


04 / 07
Apoio ao jornal e publicidade
O jornal não tem paywalls: vive da publicidade e do apoio dos leitores, e isso vê-se. Na homepage há um bloco escuro que o explica em duas frases e dá dois caminhos, o Patreon (apoio mensal) e o Buy Me a Coffee (apoio pontual), ao lado das ligações para o Instagram e o Facebook, e o fim de cada artigo repete a ideia com um bloco próprio.
A publicidade tem sempre um espaço identificado, com a etiqueta Publicidade e uma moldura tracejada, para nunca se confundir com as notícias (na homepage em computador, por exemplo, fica ao lado da notícia principal), e há uma página para anunciantes que explica os formatos.

05 / 07
Agenda de concertos e festivais
Na homepage, o bloco dos próximos concertos mostra o mês e o número de eventos e, em cada linha, a data, uma miniatura com o tipo, o título, a sala e a cidade e os artistas, com um acesso à agenda completa.
A agenda completa reúne concertos, festivais e teatro de todo o país, agrupados por mês, com um botão para abrir cada evento. Os filtros deixam escolher a cidade (com o número de eventos de cada uma), o tipo de evento e a data, e há pesquisa por artista ou por local.
Cada cidade tem a sua página, os eventos passados ficam arquivados e a página leva dados estruturados de eventos e de perguntas frequentes, para ajudar os motores de busca. No telemóvel, os filtros e a lista cabem numa só coluna.

06 / 07
Artistas, locais e Academia: o arquivo
Cada evento da agenda leva a um arquivo com páginas próprias. A página de artistas é um índice de artistas e bandas, cada um com os seus géneros (rock, fado, hip hop, eletrónica, jazz e outros), e o perfil de cada um reúne os artigos que o jornal publicou sobre ele, com dados estruturados (MusicGroup) para os motores de busca perceberem quem é quem. A página de locais lista as salas, os teatros, os auditórios e os recintos do país, do continente às ilhas, com a morada, o site, os botões do mapa e os eventos que lá passaram, ligados à agenda.
A Academia reúne guias práticos para artistas, promotores e produtores, com o nível e o tempo de leitura, e o Viseu ao Centro é uma série sobre a cena musical de Viseu, onde o jornal tem sede: reportagens, salas, escolas de música e agenda da região Centro.
07 / 07
Redação: o back office e a IA que não escreve
Por trás do site há a Redação, uma ferramenta própria que a equipa usa todos os dias. É privada, por isso não aparece em imagens. Reúne numa só caixa de entrada os comunicados que chegam por email, as páginas e os posts enviados do browser, os artigos dos feeds e as notas coladas à mão, percebe embargos e agendamentos, trata as imagens (cortes nos tamanhos do site e aumento de resolução na placa gráfica local) e cria o rascunho ou o agendamento no WordPress, com a gravação, o SEO e a divulgação no mesmo sítio.
A IA está integrada em cada passo, mas só onde ajuda e nunca para escrever o artigo. Lê o comunicado e preenche os campos (título, resumo, categoria, etiquetas e embargo, este só se o texto o disser), com a categoria e as etiquetas forçadas aos valores que já existem no WordPress; traduz e, a pedido, gera a legenda do Instagram, as hashtags e o excerto da newsletter; sugere termos e um parágrafo de exemplo para o SEO; e melhora as fotografias pequenas. Pode correr na cloud ou num modelo local, à escolha em cada análise, e tudo passa por revisão humana.
O rascunho que chega ao WordPress é um esqueleto (resumo, factos, fontes e aviso de embargo), nunca texto pronto a publicar: é a mesma regra da política de uso de IA do jornal.
Papel, tinta e vermelho
O site tem dois temas, claro e escuro: segue a preferência do sistema e tem um botão para alternar. O claro lembra um jornal impresso, com fundo de papel e texto em tinta quase preta; o escuro inverte-os para um fundo de tinta quente e um texto cor de papel, com um vermelho mais claro para manter o contraste. Os cantos são retos e há filetes de 1 a 3 px a separar os blocos. O vermelho é a única cor de destaque, o verde só aparece nos estados positivos, os títulos usam Big Shoulders em peso 800, na maioria em maiúsculas, e o texto corrido usa Work Sans. A Redação reutiliza estas cores e fontes, em claro e escuro, como uma das suas aparências (tem outra, azul e arredondada).
musica.com.pt (claro)
- Superfícies
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#F3F2F2#E9E7E6#DEDBDA - Texto
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#1C1A19 - Vermelho
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#FF141A#CC0D12#C11212 - Sucesso
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#0D6B34#0A5228
musica.com.pt (escuro)
- Superfícies
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#151312#211E1D#2B2726 - Texto
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#F5F2F0 - Vermelho
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#FF3D42#FF7377#C11212 - Sucesso
-
#3DDC84#63E8A4
Por trás do ecrã
O que é preciso para um jornal com tantas imagens e tipos de conteúdo funcionar bem no telemóvel, e para a redação que o alimenta trabalhar depressa.
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Tema e plugins à medida
O site é um tema WordPress próprio, com cinco plugins feitos para ele: anúncios, agenda de concertos, newsletter, artigos relacionados e pesquisa.
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Artistas, locais e eventos ligados
Artistas, locais e eventos são tipos de conteúdo próprios e ligam-se aos artigos: a página de um artista reúne os artigos sobre ele, e a de um local lista os eventos que lá passaram.
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Dados estruturados em todas as páginas
Cada tipo de página fala a língua dos motores de busca: artigos como NewsArticle, artistas como MusicGroup, locais como MusicVenue, a agenda com uma lista de eventos e perguntas frequentes, e migalhas de pão em todas.
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Leve e legível
Fontes variáveis (Big Shoulders e Work Sans) servidas pelo próprio site, cache no servidor e a Cloudflare à frente, para uma página cheia de imagens não pesar no telemóvel.
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Uma ferramenta local, ligada ao WordPress
A Redação é uma aplicação PHP com base de dados SQLite que corre na própria máquina da redação, fora do site, e fala com o WordPress pela sua API para criar rascunhos e agendamentos. Um serviço Python à parte faz a análise de SEO.
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IA que estrutura e nunca escreve
A análise corre na cloud ou num modelo local, à escolha em cada item, e só preenche campos com valores que já existem no WordPress. A tradução e os textos para as redes são pedidos explícitos, nunca automáticos, e o artigo é sempre escrito por pessoas.
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Imagens tratadas na própria máquina
O corte usa os tamanhos reais do site e o aumento de resolução corre na placa gráfica local (com os modelos Real-ESRGAN e ATD), por isso as fotografias não saem da máquina. As originais nunca são alteradas.
O que fizemos
Desenhámos e construímos o jornal de ponta a ponta: o UX/UI e o design system, o tema e os plugins à medida, a estrutura de SEO com os dados estruturados, e a direção de arte da identidade visual. E construímos a Redação, o back office que leva um comunicado ao rascunho no WordPress, com IA e automação que estruturam sem escrever.
FAQ
Perguntas, respondidas.
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Um jornal digital independente de música portuguesa e internacional, feito por músicos para músicos, com notícias, artistas, locais e uma agenda de concertos e festivais de todo o país.
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Não. A IA só estrutura o que já existe (título, resumo, categoria e etiquetas) e a revisão é sempre humana. O artigo é escrito por pessoas, e o rascunho que chega ao WordPress é um esqueleto, não texto pronto a publicar.
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O back office do jornal: uma ferramenta própria que junta comunicados, páginas, feeds e notas numa só caixa de entrada, percebe embargos, prepara as imagens e cria o rascunho ou o agendamento no WordPress.
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Sim. Conta-nos o que tens em mente e dizemos-te como o abordaríamos, do desenho ao desenvolvimento. Escreve-nos pelo botão "Falar de um projeto assim", no topo e mais abaixo nesta página.
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Por uma conversa para perceber o objetivo, quem vai usar o produto e o que já existe. Daí sai um âmbito claro, e avançamos por fases, com entregas que se podem ver e comentar pelo caminho.